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Quando o som dos violões começarem a ecoar pela avenida nesta quinta-feira (28), na abertura da 33ª edição do Festival da Canção de Barroso, o Festican, será impossível não lembrar de Marquinhos Dutra, músico barrosense que faleceu em junho do ano passado. 

E a última lembrança de Marquinhos Dutra nos festivais é a de um Coração Palhaço, título da música que o cantor interpretou na última edição realizada em dezembro de 2019 na Praça Salvador da Silva. Canção que levou o prêmio de Melhor Arranjo.

Naquela ocasião, Marquinhos, ao lado de outros músicos barrosenses, se classificou para o sábado decisivo ao lado de mais nove músicas e fez questão de ressaltar a qualidade do som no evento. “A gente quando se apresenta em outros festivais fica inseguro porque a qualidade do som não é muito boa, mas aqui vocês estão de parabéns”, foram as últimas palavras de Marquinhos em cima de um palco de festival.

A Prefeitura de Barroso realizará o Festival 2022 em homenagem a Marquinhos Dutra. Alguns músicos barrosenses devem interpretar uma canção de Marquinhos durante o Festival.

Cantor, compositor, interprete barrosense, Marquinhos era formado pelo conservatório estadual de músicos de São João del Rei. Presente desde os primeiros festivais, ainda realizados no Salão do Centro Cívico, atual Teatro Iracema Rocha, Marquinhos se tornou uma lenda dos festivais.

ISABELINHA

Com a canção Isabelinha, do seu irmão Júlio Dutra, também músico e amante dos festivais, Marquinhos, ganhou grandes festivais da canção na região. Isabelinha era uma catadora de papelão em Barbacena. Reza a lenda que ela se apaixonou por um cadete Escola Preparatória de Cadetes do Ar, Epcar, e depois de um amor renegado, teria vivido, ao lado do seu cão, vagando pelas ruas da Cidade das Rosas e recitando poemas.

Relembre a canção Isabelinha de Júlio Dutra.

 

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