Barroso está fora da lista de risco de surto de dengue, zika e chikungunya

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Dez municípios da Zona da Mata e Campo das Vertentes estão com risco de surto para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya. Outras 25 cidades aparecem em situação de alerta, segundo levantamento apresentado pelo Ministério da Saúde na última quinta-feira (7) a partir dos resultados das 5.191 cidades brasileiras que realizaram algum tipo de monitoramento para o Aedes aegypti.

Os municípios foram divididos pelo governo federal em três tabelas. Uma delas enumerou os municípios com resultado inferior a 1 no Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes Aegypti (LIRAa), considerado satisfatório.

Os casos mais graves são os municípios que tiveram resultado igual ou superior a 4, que é classificado como “risco de surto”. Dez cidades da região estão nesta situação.

Cidades em risco de surto de doenças transmitidas pelo Aedes

Cidades LIRAa
Ubá 7,9
Matias Barbosa 6,6
Chiador 6,6
Santa Cruz de Minas 6,3
Santana do Deserto 5,7
São João Nepomuceno 5,6
Mar de Espanha 5,4
Piraúba 5,1
Rodeiro 4,5
Mercês 4,4

Já as cidades que tiveram LIRAa entre 1 e menor que 3,9 estão em situação de risco. Na Zona da Mata e Vertentes, 25 aparecem nesta lista.

Cidades da Zona da Mata em situação de risco para doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

Cidade LIRAa
Juiz de Fora 3,9
Miraí 3,9
Visconde do Rio Branco 3,8
Carangola 3,7
Recreio 3,7
Astolfo Dutra 3,6
Barbacena 3,5
Guidoval 3,5
Piau 3,5
Cataguases 3,3
Leopoldina 3,1
Rio Pomba 3
São João del Rei 2,9
Muriaé 2,9
Rio Novo 2,8
Argirita 2,7
Olaria 2,5
Volta Grande 2,4
Bicas 2,2
Tombos 2,2
Além Paraíba 2,1
Dona Euzébia 2,1
Laranjal 2,1
Viçosa 2,1
Maripá de Minas 2,1
Guiricema 2
Presidente Bernardes 2
Pequeri 1,9
Belmiro Braga 1,8
Palma 1,8
Espera Feliz 1,7
Patrocínio do Muriaé 1,4
Simão Pereira 1,4
Descoberto 1,3
Santa Rita do Jacutinga 1,3

Comparação dos LIRAas em 2018

Os dados divulgados na semana passada pelo Ministério da Saúde são referentes ao primeiro LIRAa do ano, realizado em janeiro. Contudo, diversas cidades já fizeram um segundo levantamento, onde algumas apresentaram redução.

G1

BARROSO

Apesar de não estar na lista de risco de surto, não quer dizer que as pessoas não devam tomar os cuidados necessários contra as doenças. A Secretaria de Saúde e Vigilância Epidemiológica alertam para os cuidados que devem ser tomados.

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