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Para o infectologista Antônio Toledo Jr, professor da Unifenas, surtos da doença em municípios pequenos podem ser atribuídos à transmissão comunitária, quando não se sabe mais por quem o vírus foi transmitido, e também descumprimento das normas de prevenção, como distanciamento social, uso de máscaras e álcool em gel. “Os moradores de cidades pequenas têm a falsa impressão de que estão protegidos da doença. A contaminação pode vir do trânsito de pessoas das cidades-polo para essas cidades menores”, explicou.

O excesso de casos em cidades pequenas sobrecarrega o sistema de saúde, como destaca o infectologista. “Dentro do SUS (Sistema Único de Saúde), existem as redes de referências microrregionais e macrorregionais para atendimento e internação.

Mesmo com o índice acima da média regional, o comércio está de portas abertas em alguns municípios pequenos e a indústria não paralisou suas atividades. Ou seja, o vírus pode continuar sendo transmitido e devido as pequenas testagens, não se sabe ao certo a quantidade de casos que pode culminar em um surto.

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