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Os barrosenses gastaram com bebida alcoólica R$3.150.191 (três milhões, cento e cinquenta mil e cento e noventa e um reais) durante todo o ano de 2023. Os dados, repassados com exclusividade ao barrosoemdia, são do IPC Maps, que publica anualmente rankings de consumo de alguns itens em setores específicos da economia.

Para se ter uma ideia do maior consumo, em comparação com o ano de 2022, os barrosenses gastaram cerca de R$400 mil a mais com bebida. Em 2022 o valor gasto na cidade foi de R$ 2.738.008 (dois milhões, setecentos e trinta e oito mil e oito reais). São cerca de 15% de acréscimo de um ano para o outro.

Em média, se levarmos em conta a população barrosense acima de 18 anos de idade em Barroso, cerca de 15 mil habitantes segundo o último Censo, poderíamos afirmar que cada cidadão maior de idade gastou um pouco mais de R$ 200 (duzentos reais) com bebida alcoólica no ano de 2023.

Mas este número, na realidade, é bem maior, uma vez que nem todos são consumidores de bebidas alcoólicas. E é justamente essa conta que chama atenção de um problema que cresce cada vez mais no Brasil: o alcoolismo. A dependência do álcool é uma doença crônica que atinge cerca de 10% da população, em sua maioria, homens entre 18 e 29 anos. Embora faça parte do contexto de vida social para muitas pessoas, seu consumo exagerado traz inúmeras complicações para a saúde, além de pesar no bolso.

Dados do IPC Maps, especializado em potencial de consumo, indicam que, em 2023, as famílias brasileiras gastaram cerca de R$ 33,4 bilhões em bebidas alcoólicas, o que representou um acréscimo de 18,7% em relação ao ano anterior, quando as despesas somaram R$ 28,1 bilhões.

Só em Minas Gerais, cerca de R$ 3,4 bilhões foram desembolsados no ano passado.

 

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