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Bate à porta mais um pleito eleitoral. Barroso já vive e se prepara para encarar, assim como milhares de cidades do Brasil, mais uma eleição em outubro próximo. No que diz respeito às votações, pouca coisa ou quase nada, apesar de tanta evolução na tecnologia, mudou. Vamos nos deslocar até uma urna e mais uma vez escolher um representante para o legislativo e outro para o executivo, simples assim. Mas o que vem mudando, e com muita frequência, não é como vamos escolher, mas como escolher os melhores candidatos.

E a primeira lição é aprender que existem sim, apesar de tudo, bons políticos. O generalizar e classificar todos os candidatos como “farinha do mesmo saco” deve ser o primeiro mal a ser combatido. Isso é discurso de ignorantes preguiçosos que não querem procurar o melhor para o seu município. Portanto, acredite: eles existem. A segunda, e talvez mais difícil, está em como e onde encontrar os tais bons políticos. Como formadores de opinião que somos, indicamos aos nosso leitores para que não esperem outubro chegar, mas que agora mesmo em março já comecemos a estudar nossas escolhas.

É desde agora que devemos nos preocupar e começar a filtrar entre os já existentes, velhos ou novos na idade, os debutantes e os estreantes nas eleições. Quem é essa pessoa? O que ela já fez como vereador(a)? Como têm sido suas ações e projetos? O que tem feito? Qual sua bandeira? Qual sua posição? De onde vem? São inúmeras perguntas que precisam ser respondidas. O que de fato lhe acarretará um certo trabalho, uma certa dedicação e desprendimento de tempo. E é justamente aí que mora, ao longo dos anos, o maior dos problemas. A maioria dos eleitores não procura essas evidências e qualidades. Muitas das vezes olham para o próprio umbigo e indagam sobre o que aquele candidato pode lhe trazer de benefício. Um grande e recorrente erro. O candidato tem que trazer bens para um todo, para uma comunidade em geral. Em que ele pode ser útil e de que forma ele pode contribuir para o crescimento da cidade? Faça essa pergunta todos os dias. Por fim, e não menos importante, tenha interesse, espante a preguiça e acompanhe a vida pública dos seus preteridos. Procure saber o que seu provável candidato faz ou fez.

Vá à Câmara. É lá que as ações são desenvolvidas. Saia da internet, procure seu legislador, converse com ele, debata, tente entender seus propósitos. Pode parecer chato, piegas, mas só assim, fazendo o básico é que teremos a capacidade de escolher nossos governantes. Procure, valorize, mesmo que apenas um porque o seu voto faz a diferença. Mas comece agora. Outubro está longe e o caminho para encontrar bons candidatos é árduo, difícil, mas existe e precisa ser percorrido. Vá!

Por Bruno Ferreira

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