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Nas últimas décadas, a rápida destruição da vegetação nativa do Cerrado, considerado um hotspot de biodiversidade (área de grande biodiversidade criticamente ameaçada), é reflexo das políticas desenvolvimentistas que priorizaram a expansão da fronteira agrícola no Brasil, o que resultou na perda ou modificação de 80% da área original, restando menos de 20% de áreas nativas.

A destruição do Cerrado compromete os recursos hídricos do sudeste, pois muitos rios que abastecem a região mais populosa e povoada do país nascem nesse ecossistema, além da perda de biodiversidade, e por consequência o comprometimento de vários serviços ambientais como a polinização e controle biológico, o que afeta negativamente a agricultura.

Mas quem é o vilão?

Na verdade são diversos atores dessa destruição, mais os maiores são a monocultura, como soja (cuja maior produção é para produção de ração para boi, porco e galinha), e a pecuária.

…..……então se aumentarmos o consumo de carne, precisaremos de mais pasto e mais soja, e isso vai pressionar ainda mais as áreas remanescentes, então a conta é simples………precisamos repensar nossa responsabilidade individual com o planeta, ou mudamos nossos hábitos alimentares e de consumo de forma consciente ou teremos que fazer isso da forma mais dura, quando faltar água e os problemas ambientais se multiplicarem.

por Marcos Magalhães

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