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O dia 20 de novembro, dia da consciência negra, exige de nós uma profunda reflexão, compromissos legítimos contra essa escalada de discriminações e violências que projetam tempos sombrios para a nossa democracia e para os direitos humanos.

Aprendi a ter uma visão ampla da sociedade. Os seres humanos são membros da mesma irmandade chamada humanidade. Por isso, é inaceitável que em pleno século XXI pessoas sejam discriminadas por critério de cor, raça, fé ou opção ideológica.

A violência, intolerância, ausência de políticas públicas direcionadas às necessidades dos cidadãos negros brasileiros, trazem à lembrança a história de um povo sofrido que têm em suas raízes as marcas da escravidão.

Nossa sociedade precisa rechaçar esse tipo de comportamento que tende a expandir. A violência e a intolerância também têm crescido em outros segmentos, como na política, contra as mulheres, as pessoas LGBTS, as mulheres, entre outros, por falta de punições severas.

Portanto, a defesa de uma cultura de paz é uma questão essencial para os direitos humanos, deve ser prioridade de toda a sociedade. É absolutamente necessário que todos os cidadãos tenham seus direitos garantidos, independentemente de condição social, gênero, religião, orientação sexual e raça.

Que possamos refletir hoje a consciência negra. E, em todos os dias a consciência humana.

por Luiz Moreira

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