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A CSN Cimentos, empresa do grupo CSN, de Benjamin Steinbruch, concordou em pagar US$ 1,025 bilhão pelos ativos da companhia franco-suíça no Brasil.

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição bilionária das operações de cimento e agregados no Brasil da LafargeHolcim pela CSN Cimentos. A informação é do jornal Valor Econômico.

O meganegócio inclui cinco plantas integradas de produção de cimento, quatro estações de trituração, seis unidades de agregação e 19 unidades de mistura de concreto. No Brasil, a Holcim é a terceira maior produtora de cimento, atrás da Votorantim e da Intercement, ocupando uma fatia de 10% do mercado, segundo analistas. Esse percentual, quando a transação for concluída, passará a ser ocupado pela CSN.

Em nota enviada a imprensa, a LH informou que o processo agora segue para avaliação e parecer do Tribunal Recursal
do CADE e até que seja concluído ambas as empresas (LafargeHolcim Brasil e CSN) continuam operando de maneira totalmente independente. A data para início da operação conjunta ainda não está definida.

A operação vai mudar o perfil do setor e abrir uma disputa acirrada pela segunda posição no mercado nacional. Segundo analistas, a InterCement permanece na vice-liderança, atrás da Votorantim Cimentos, mas pode a qualquer momento perder a colocação — já que fica apenas um pouco à frente da CSN, empresa controlada pelo empresário Benjamin Steinbruch.

 

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