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A cena de um soldado americano, puxando pelos braços uma criança afegã, não pode ser apenas mais uma foto. Quem viu, e não parou para refletir sobre o ocorrido, deve fazer uma reflexão sobre sua própria maneira de encarar a vida.

Fingir que não temos nada a ver com o que aconteceu é um ato tão covarde e cruel quanto o da história de massacre e intolerância dos talibãs. Na ocasião, um soldado americano, que está prestes a embarcar de volta para os Estados Unidos, recebe das mãos dos próprios pais o filho de poucos anos de idade. Corta o coração saber que aquele ato de desespero é uma tentativa de salvar a vida da criança, agora ameaçada por um regime que muitos encaram como retrógrado.

E o que temos com esse episódio que aconteceu do outro lado do mundo? Tudo! Hoje, a intolerância religiosa e política está no Afeganistão. Amanhã, se o mundo continuar caminhando na direção de tanto ódio e armas, não sabemos o que pode acontecer.

A luta pelo poder, pelo domínio do Estado, associada ao fanatismo religioso, pode levar, qualquer nação, ao retrocesso. Deus e fuzis não cabem na mesma frase. Não combinam. Amor e ódio não caminham juntos. É impossível pensar em um país melhor defendendo armas, venerando sangue e idolatrando irracionais.

Nunca o mundo precisou de tanta paz, de tanto amor entre as pessoas. Seja no Afeganistão, seja no Brasil: paz!

Por Bruno Ferreira

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