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Editorial do jornal impresso do mês de novembro

Usamos aqui este espaço que reflete a opinião do jornal para nos defendermos de algumas críticas covardes e falsas sobre a posição do nosso meio de comunicação com relação à cobertura política da cidade. Rebater essas pessoas nas redes sociais nos rebaixaria ao nível delas. Aqui, editorial do jornal, é o lugar certo para expressarmos o que de fato acontece. Quem aqui está, neste momento, é porque se interessa de fato pela leitura e acredita no nosso trabalho. Entendemos que este tipo de leitor, consumidor de informação, é o nosso público alvo e é, portanto, merecedor do nosso esclarecimento. Consumir jornal e informação, é ler, interpretar, dedicar parte do tempo ao conhecimento, não apenas ver figuras e sair escrevendo ao léu e destilando o ódio enrustido por problemas pessoais na internet. E nos referimos à defesa dos ataques de todas as coligações, todas, sem exceções. O que de certa forma só comprova que estamos no caminho certo. Quando A, B ou C nos atacam, é porque estamos fazendo jornalismo, como sempre fizemos há quase 15 anos.

Na última edição do jornal impresso, fomos duramente criticados porque a página principal, intitulada capa, trazia uma “publicidade” sem a foto de um candidato. O que gostaríamos de esclarecer é que as artes/publicidades são anúncios pagos, dentro da lei, inclusive com valores e números de documentos, adquiridos pelas campanhas eleitorais. No caso em questão, foi escolha da coligação do candidato comprar o espaço de menor valor e, no entendimento da campanha, mais estratégico no jornal, ou seja, na contra-capa, onde se encontra também nesta edição. Parece óbvio, mas não é. E quanto mais o mundo vai ficando sofisticado, mais as pessoas carecem de informação.

Outro episódio durante essa cobertura jornalística do qual precisamos nos defender diz respeito à artimanha de políticos novos e velhos, na ideia e nos conceitos, de tentar usar a mídia para conseguir palanque. Estamos vacinados! Essa será a oitava eleição que iremos cobrir na cidade de Barroso e essa falsa e desleal pressão da internet realmente não nos incomoda. Espalhar nossos números de telefones pessoais em grupos políticos no WhatsApp é baixo e nada efetivo.

O Barroso EM DIA não se pauta por ofensas e acusações, mas sim por decisões judiciais. Se a justiça condenar ou absolver qualquer candidato por determinada ação dentro da corrida ao pleito, aqui estaremos para fazer jornalismo. Se fôssemos nos pautar por ataques e sugestões de pautas maliciosas, estaríamos aqui servindo de uma arena, para que os candidatos pudessem se digladiar falando de pipoca e algodão-doce, compra e venda de lotes ao lado do hospital, sementes do caso Perrela… Enfim, não faltaria pólvora para as partes envolvidas. Mas este não é nosso intuito, nunca foi e nunca será. Nos pautamos por ideias, projetos e ideais que podem ser úteis para a nossa cidade tão carente de verdade e cheia de promessas vazias que nunca se transformam em realidade.

Assim, estamos realizando nossa cobertura jornalística, trazendo detalhes sobre o que os candidatos pretendem alcançar com suas propostas. E mais, com o objetivo de abrir espaço para os prefeitáveis, vamos nos unir a um outro nome forte do jornalismo na nossa cidade, a Rádio Liberdade FM, que tem hoje uma nova visão de comunicação, para que possamos juntos sabatinar e entrevistar os candidatos a prefeito da nossa cidade.

Nosso muito obrigado aos verdadeiros leitores, aqueles que se interessam por informação. Que todos possam comparecer e votar: direito que lutamos muito para alcançar. Aliás, escolher é um verbo pouco utilizado, muito forte e que vale para todos os seguimentos, principalmente para os consumidores da comunicação. Se você não gosta e/ou não confia, não leia, não assista, não ouça! Escolha!

Você tem este direito. Parece óbvio, mas vale a pena lembrar! E vote!

por Bruno Ferreira

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