Informação divulgada pelos principais meios de comunicação na última semana dão conta que a CSN pretende levantar entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões para reduzir cerca de 50% de sua dívida líquida, que hoje seria de R$ 37,5 bilhões.
E entre essas vendas estaria a Fábrica de Cimento de Barroso, que faz parte do controle de sua produtora de cimento. E mais, venderia também uma participação relevante, mas minoritária, de uma holding de infraestrutura que pretende montar reunindo ativos de ferrovia, portos e até transportadora rodoviária.
Com as informações divulgadas e inúmeros boatos correndo pela cidade, onde hoje existe uma fábrica de cimento da CSN, a reportagem do barrosoemdia questionou a assessoria de imprensa da empresa, mas não recebeu retorno até o fechamento desta matéria.
Para a venda do controle da CSN Cimentos, que ganhou força em 2022 após a compra dos ativos brasileiros da europeia LafargeHolcim, a empresa promete assinatura de acordo com comprador entre o terceiro e quarto trimestres deste ano.
Nos bastidores, o que se fala e comenta, principalmente entre funcionários da CSN, em Barroso, é que um grupo de chineses podem comprar a Fábrica de Cimento.

