Chega ao fim o tão esperado e aguardado Festican, o Festival da Canção de Barroso. Depois de dois dias de eliminatórias, 26 apresentações entre quinta e sexta-feira, 13 canções disputaram a opinião do corpo de jurados.

O evento aconteceu no Teatro Iracema Rocha, mesmo local onde há 36 anos nasceu o Festival da Música de Barroso. Alunos do Terceiro Ano do Ensino Médio daquela época tiveram a brilhante ideia de criar e idealizar um dos maiores festivais de música do Brasil.
“O nível estava altíssimo e isso só eleva o Festican nesta linda cidade. Parabéns à organização”, declara Walter Dias, de Belo Horizonte, que trouxe a canção Manifesto H2O.
Além de BH, músicos de boa parte do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina, se apresentaram no evento cultural. “Tenho sempre o prazer de voltar a Barroso. O Festival aqui é acolhedor”, ressalta Ivânia Catarina, que coloca o Festival de Barroso entre os melhores do país.
Ao todo, R$9 mil e 500 em premiação. O primeiro colocado recebeu R$4 mil, o segundo colocado foi premiado com R$2 mil e 500, o terceiro com R$1 mil e 500. A melhor canção local levou R$1 mil e 500.
Confira as vencedoras:
Primeira colocada: Dose Certa – Cristina Diniz e Pedro Hoisel – Belo Horizonte (MG)
Segunda colocada e melhor intérprete: Macramê – Ivânia Catarina – Praia Grande (SP)
Terceira colocada: Manifesto H2O – Walter Dias – Belo Horizonte (MG)
Melhor música local: Amazônia – Renato Ferreira
Dessa forma, chega ao fim o Festival da Canção de Barroso. Com um ótimo público neste sábado, o teatro se despede, ou simplesmente dá um até logo, ao Festican, um charme barrosense que não pode ser esquecido, e ao alento da Cultura local.
“Definitivamente o Festican tem que ser mesmo no teatro. Com o tempo o povo vai se acostumando. Tenho que agradecer a todos por essa belíssima festa. Estava ansiosa na quinta, mas hoje estou feliz e realizada”, declara Elaine Brandão, Secretária de Cultura.
A opinião de Elaine é compartilhada pela maioria dos expectadores que estiveram presentes no teatro. Portanto, talvez, como já escrevemos, seja cedo para dizer, mas o Festican não deveria ser no teatro: ele nunca deveria ter saído de lá.
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