Com 23 mortes confirmadas, Minas Gerais vive o maior surto de febre amarela de sua história. A doença ainda avança para fora da unidade regional leste (onde até então se concentrava) com a confirmação da morte de um homem no Distrito Federal – ele teria se contaminado em Januária, no Norte de Minas. O caso, porém, ainda começará a ser apurado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), que trabalha com a concentração dos doentes e mortos apenas no leste, que engloba as regiões Vale do Mucuri e Zona da Mata. Há ainda a suspeita de morte de macacos, indicativo da febre amarela, em cidades do Sul e do Triângulo mineiro.
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Balanço oficial divulgado nessa quinta-feira (19) apontava 206 casos notificados, 34 confirmados para febre amarela. Desses, 23 resultaram em morte, 15 a mais que os oito de balanço do dia anterior. Outros 31 óbitos seguem em investigação.
Desde essa quinta-feira (19), a SES não utiliza mais o conceito de casos prováveis, e sim de suspeitos ou confirmados. Para que uma notificação receba confirmação para febre amarela, é necessário exame laboratorial positivo para a doença, exame laboratorial negativo para a dengue, constatação de ao menos três sintomas compatíveis e realização de exames complementares que indiquem disfunção renal e hepática.
Informações e arte O Tempo.

