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 “Nenhuma queima de fogos promete um futuro iluminado. Nenhum ponteiro marcando meia-noite transforma quereres em realidade. Nenhum ano novo garante uma nova vida”.

Daqui a pouco começa a contagem regressiva para o encerramento de 2017 e, consequentemente, o início do ano novo. Se fizermos um rápido retrospecto, podemos dizer que 2017 não foi um bom ano. Podia ter sido melhor.

Do ponto de vista político e econômico, foi um ano confuso, descontrolado e sem grandes feitos. Marcado por decepções, o ano que se finda ficou muito aquém do esperado.

Talvez seja por isso que muita gente não vê à hora de 2017 terminar, e começar logo 2018, na esperança de dias melhores. Mas, como diz o grande mestre Mário Sérgio Cortella: “precisa ser a esperança do verbo esperançar, não a esperança do verbo esperar”.

Se 2017 foi um ano marcado por insatisfações e muitas falhas, o próximo ano precisa ser diferente. Onde falhamos?  O que fazer para errar menos? O que queremos para o próximo ano? Em que sentido nós precisamos mudar? Inúmeras perguntas podem contribuir para o aprimoramento de uma gestão.

Mas, e o ano de 2018? Diante do atual cenário, é possível ter esperanças por um ano melhor? Creio que sim! Basta sairmos em busca dos desejos. Nada cairá do céu se não formos buscá-los. Nada vai mudar se não houver atitudes concretas, autenticidade, mudanças de comportamento, envolvimento e muito empenho. É o que esperamos!

Portanto, o ano está terminando, é hora de olhar para trás e pensar nos acontecimentos. Se não houver uma profunda reflexão as coisas podem piorar ainda mais, pois, a crise não terminou, terá prosseguimento em 2018, e ainda haverá muita turbulência. Que estejamos preparados!

Por fim, agradeço a vocês, caros leitores, que sempre me prestigiam lendo os artigos que escrevo neste que é o melhor Jornal da região, o “Barroso EM DIA”.

Desejo a todos um ano novo cheio de sucesso, paz e muita saúde. E com muitas esperanças, mas do verbo “esperançar”, é claro!

“É imoral pretender que uma coisa desejada se realize magicamente, simplesmente porque a desejamos. Só é moral o desejo acompanhado da severa vontade de prover os meios da sua execução”. – José Ortega Y Gasset.

por Luiz Moreira

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