A angústia e a preocupação da comerciante de Belo Horizonte Sylvia Nascimento Antonio parecem aumentar a cada
minuto sem contato com a filha. Já são mais de 48 horas desde que estilista mineira, Simone Nascimento Antônio, de 38 anos, fez um rápido telefonema para tranquilizar a família, no último sábado por volta das 11h da manhã (horário do Brasil). “Ela me deu um telefonema rápido e disse: ‘Mãe, só quero te falar que estou viva. Houve um terremoto que destruiu muita coisa, mas estou viva’”, contou a mãe, que disse ter pedido para a filha voltar a ligar.
Segundo Sylvia, depois que o tremor secundário de magnitude 6,7 atingiu o Nepal, no domingo, ela perdeu completamente o contato com a filha. “Entramos em contato com a embaixada (brasileira) em Katmandu e tivemos a resposta de que eles estão procurando em hotéis, pousadas e vários locais, mas que até o momento não tiveram nenhuma posição. Um grupo que também está dando assistência lá e já conseguiu encontrar várias pessoa, nos informou que ainda tinha três brasileiros desaparecidos e que um deles era a minha filha”, contou Sylvia.
A comerciante disse à reportagem de O TEMPO que a filha estava no país havia duas semanas e planejava voltar ao Brasil em dez dias. “No final da semana passada ela tinha se mudado para um novo hotel porque achou a construção melhor, mais nova e mais confortável, mas não cheguei pegar o endereço”, diz.
Informações e fotos do jornal O Tempo

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