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Quarta-feira (2) de Juri Popular no salão do Fórum de Barroso. Foi julgado, durante boa parte do dia, o réu Michel Augusto Filho, acusado de assassinato de Wedson Vicente Maximiano, 37, que foi espancado e jogado no Rio das Mortes.

A tragédia aconteceu na véspera de natal, dia 24 de dezembro de 2013, na ponte que liga os bairros Bandeirantes e Bedeschi. O corpo de Wedson foi encontrado dias depois.

Na ocasião, uma enorme confusão aconteceu e quatro pessoas estavam envolvidas no crime. Segundo uma das testemunhas, depois de espancarem Wedson, Michel e outro rapaz, que está foragido da justiça, teriam jogado ele no Rio.

Outros dois envolvidos no caso foram dispensados pela Doutora Juíza Valéria Possa Dornellas. No entendimento da meritíssima, os dois não tiveram participação.

Um ano e oito meses depois, Michel, depois de quase sete horas de julgamento, foi condenado por 18 anos por homicídio triplamente qualificado, ou seja, motivo fútil, requintes de crueldade e dificuldade de defesa.

Além da participação do Ministério Público, através do Doutor Pedro Estiguer, os advogados criminalistas Rodrigo Genoves Varanda e Augustinho Autieles Gomes Borges participaram do julgamento. A defesa vai recorrer.

 

COMARCA

Na próxima sexta-feira (4), a Comarca de Barroso completa 13 anos de atividade na cidade. Estima-se que, ao longo do tempo, tenha acontecido quatro juris populares por ano.

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