A reportagem do Barroso EM DIA também recebeu fotos de entulhos e de lixo no Cemitério e

outros relatos de moradores vizinhos, inclusive de tias que tiveram seus sobrinhos picados. “Meu sobrinho tinha 15 anos quando foi picado e levei ele para o Hospital. O médico me disse que se ele tivesse cinco anos a menos teria corrido o risco de morrer”, diz Lúcia Santos, 48, também moradora da Rua 1º de Maio.
Outro problema seriam as árvores que foram plantadas na calçada do Cemitério. Segundo a

moradora Lúcia, as raízes, além de quebrar as calçadas, estão servindo de ninhos de escorpiões. “A Vigilância Sanitária esteve aqui e constatou que debaixo destas árvores existem ninhos de escorpiões”, diz. As árvores, segundo a moradora, devem ser retiradas do local. Enquanto as autoridades e responsáveis não tomam atitudes drásticas, Rosilene, assim como inúmeros vizinhos, segue na luta, de olhos bem abertos, matando e “colecionando” escorpiões em vidros. “Tenho vários na minha casa. Faço questão de colocar dentro de vidros e mostrar para as pessoas que duvidam da nossa guerra”, conta.
