A dura realidade enfrentada pela esmagadora maioria dos municípios brasileiros e apenas assistida pelos barrosenses nos últimos meses pode passar a ser também a nossa realidade, a partir de 2016.
Os cofres do município já sofrem com a queda de repasses de suas principais receitas, o Fundo de Participação Municipal (FPM) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O que ainda deixa Barroso “fora da crise” é a arrecadação atípica do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), impulsionado pelas obras de expansão da Holcim, que rumam para o final após mais de três anos.
Para a Secretária Municipal de Planejamento, Elizete Capelupi, a gestão barrosense trabalhou cor-retamente e soube aproveitar o momento de “cofres cheios”. “Fizemos importantes e necessárias obras que vão servir a população por muitos anos, como conclusão de rede de esgoto em vários bairros, além de creches, escolas e quadras poliesportivas. Ainda conseguimos quitar uma grande parte da dívida de precatórios dos servidores, na casa dos R$ 5 milhões, uma antiga e justa demanda” enfatizou.

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