O período sazonal se aproxima, o carnaval – com a consequente aglomeração de pessoas – bate à porta, e a preocupação com as doenças respiratórias cresce em Minas Gerais e na capital. Depois de um ano com forte alta nos casos graves, especialmente da influenza (gripe), e elevado número de internações por bronquiolite, as autoridades e especialistas em saúde fazem coro em torno de uma mesma recomendação: se tem vacina, tome.
As estatísticas de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) respaldam a preocupação. Segundo dados atualizados na segunda-feira (12/1) no Portal de Vigilância em Saúde da SES, 5.035 pessoas precisaram ser internadas em Minas Gerais no ano passado por desenvolver quadros graves de influenza, o que significa uma alta em torno de 223% na comparação com 2024, quando o total foi de 1.549.
As mortes chegaram a 487, contra 158 no ano anterior. Ainda no ano passado, foram confirmados 803 casos de SRAG com internação provocados por infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) no estado, que resultaram em 13 mortes, seis delas de bebês de menos de 1 ano de idade.
Apesar de a influenza ter prevalecido no ano passado e a pandemia de COVID-19 ter ficado no passado, o coronavírus segue ativo. Em 2025, as internações provocadas pela doença somaram 1.756, com 284 mortes, segundo dados da SES.
Vacina continua sendo a melhor medida. VACINE!

