Apesar de uma estrutura melhor, com segurança particular e presença efetiva da Polícia Militar, mais uma festa no centro terminou em “sangue”.
Fotos e depoimentos foram enviados para o aplicativo WhatsApp do Barroso EM DIA, através do número 9-8845-2896, e descrevem o abuso e a falta de educação dos barrosenses na hora de confraternizar.
Apesar dos banheiros químicos, que desta vez foram colocados em alguns pontos do Centro, moradores reclamam de urina nas portas de suas casas.
“Não tem condições! As pessoas passavam direto nos banheiros e urinavam na porta da minha casa, na frente da minha família”, diz uma moradora dos arredores da festividade.
Lugares ermos também foram alvos dos vândalos. O Beco do Quinzola, Rua São Geraldo, e o Beco do Formiguinha, Rua Maria José de Melo, estavam nesta manhã infestados de urina.
“O brejinho é um motel a céu aberto! Parece uma praça para consumir drogas e explorar o sexo”, que vergonha da nossa cidade, de um povo sem educação, diz um morador.

Já uma outra moradora informa que também houve brigas e uso de drogas nas dependências da sua casa. “Eles estavam usando drogas aqui dentro da varanda da minha casa, a cinco metros da PM”, diz a moradora.
Não havendo nenhuma ocorrência de destaque, a Polícia Militar relatou que foi um Réveillon tranquilo e declarou que os boletins foram apenas de rotina.
Mas a realidade é outra como mostram as fotos enviadas: novas marcas de sangue aparecem nas paredes e portas dos estabelecimentos na região central. “Foi assim que encontrei nosso estabelecimento hoje, no primeiro dia do ano”, diz a proprietária de um restaurante no centro.
A banda que se apresentava na noite de Réveillon chegou a interromper o show por duas vezes, depois da meia-noite, para pedir paz.
NOTA: Fato é que, apesar da força e empenho do executivo, a falta de educação sobressai e a violência e desordem imperam no Dia Mundial da Paz. Lamentável!
