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Com ou sem crise, ser prefeito é entrar numa tremenda fria. Não é nada fácil!

Sempre auxiliei em defesas de prestação de contas, de prefeitos e ex-prefeitos de Barroso. Para minha surpresa, surge agora a difícil tarefa de ajudar na justificação de uma que já completou 25 anos.

Em 2003 colaborei na defesa da PC de 1984. Fiquei encabulado por se tratar de período de quase 20 anos; e agora surge essa de 25 anos. Ambas de uma época em que se “amarrava cachorro com linguiça”. Imagina agora com tantas exigências legais, principalmente da Lei de Responsabilidade Fiscal!

Diante de tudo, presumo que prefeitos e ex-prefeitos, ou espólios se for o caso, terão eternamente contas para pagar por condenação de Prestação de Contas.

Por isso, deixo um simples conselho a todos os prefeitos: Sigam e respeitem com rigor a legislação, sem chieira. Caso contrário, façam uma reserva financeira, do seu salário mensal, é claro! Com certeza, vão ter que pagar alguma coisa.

Para complicar ainda mais, os municípios estão sem dinheiro, perdendo arrecadação. As demandas sociais e os gastos aumentando, e por aí vai. Bom! Disso todos já sabiam desde 2015, quando a crise se agravou. Sabiam que iam pegar esse porco espinho.

Com os cofres vazios não há outra saída a não ser buscar verbas federais. O problema é que vão bater na porta de quem está falido. Complicado!

Assim sendo, ser prefeito é colocar no colo um porco espinho para catar parasitas.

por Luizinho Moreira

 

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