Construções em áreas de proteção permanente, captação irregular de água e até contaminação de lençol freático. Somente em 2016, foram descobertos 6.714 crimes ambientais do tipo em Minas Gerais, o equivalente a 18 infrações por dia. Esse é mais um capítulo da batalha pela utilização do recurso natural cada vez mais escasso no país. Nessa luta, porém, quem “morre”, seja por assoreamento ou poluição, são os rios.
É o que mostra a segunda matéria da série publicada pelo Hoje em Dia na Semana Nacional do Meio Ambiente. As reportagens revelam as lutas travadas no Estado em consequência da menor disponibilidade da água somada com a dependência dela para sobrevivência dos moradores e das empresas. Na disputa, uma parte das pessoas recorre à ilegalidade.
As infrações registradas em Minas no ano passado pela Polícia Militar (PM) e pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) resultaram em R$ 60,4 milhões em multas. Segundo o tenente Rômulo Morati, da Companhia de Polícia Militar Independente de Meio Ambiente, as principais infrações estão relacionadas à retirada irregular de água, sem a devida outorga, ao lançamento de efluentes nos rios e ao desrespeito às áreas de proteção.
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