Um dos assuntos mais polêmicos referente a Câmara Municipal de Barroso, a tal verba indenizatória, valor máximo de R$600 que os vereadores podem usar e serem reembolsados todo mês, começou, depois de questionamentos do colunista do Barroso EM DIA Luiz Moreira, a ser debatido no Legislativo.
O assunto entrou na pauta de discussões dessa quinta-feira (16). Trata-se do Projeto de Lei nº 06/2017, que estabelece normas para o reembolso de despesas extraordinárias e esporádicas realizadas no exercício do cargo de vereador, de autoria do presidente Baldonedo Arthur Napoleão.
De acordo com o texto, a proposta é que seja criada uma comissão, formada por um vereador indicado pela bancada da maioria, outro da bancada da minoria, além de um controlador interno da Câmara. Toda e qualquer despesa dos legisladores, que haja a necessidade do ressarcimento, deverá ser justificada por eles e, a partir de então, a referida comissão avaliará o pedido, dando seu parecer à presidência, que pode ou não aprovar o pagamento. O referido projeto recebeu um pedido de vistas, do vereador Marco Antônio da Silva (Kiko do Bedeschi).
Para Luiz Moreira, este é um bom começo, ou seja, o assunto entrar em pauta. “Creio que já é um grande avanço”, diz o colunista que pretende pedir mais informações a Casa.
Não havendo mais nada a tratar, o presidente do Legislativo encerrou a reunião e convocou os vereadores para a sessão ordinária da próxima segunda-feira, 20 de março, tendo como matéria para a Ordem do Dia o Projeto de Lei nº 06/2017.
As reuniões acontecem no plenário da Câmara Municipal de Barroso, situado no Prédio dos Três Poderes, à Praça Sant’Ana, 120, 4º andar, no centro da cidade, sendo abertas à população. As referidas sessões são também transmitidas pela internet, através da Rádio Câmara e TV Câmara, no site www.camarabarroso.mg.gov.br.
