Compartilhe:

MG_966755bd92f05a4f3.JPG

Chega ao fim o tão esperado e aguardado Festican, o Festival da Canção de Barroso. Depois de dois dias de eliminatórias, 26 apresentações entre quinta e sexta-feira, 13 canções disputaram a opinião do corpo de jurados.

MG_9703.JPG
Vencedoras

O evento aconteceu no Teatro Iracema Rocha, mesmo local onde há 36 anos nasceu o Festival da Música de Barroso. Alunos do Terceiro Ano do Ensino Médio daquela época tiveram a brilhante ideia de criar e idealizar um dos maiores festivais de música do Brasil.

“O nível estava altíssimo e isso só eleva o Festican nesta linda cidade. Parabéns à organização”, declara Walter Dias, de Belo Horizonte, que trouxe a canção Manifesto H2O.

Além de BH, músicos de boa parte do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina, se apresentaram no evento cultural. “Tenho sempre o prazer de voltar a Barroso. O Festival aqui é acolhedor”, ressalta Ivânia Catarina, que coloca o Festival de Barroso entre os melhores do país.

Ao todo, R$9 mil e 500 em premiação. O primeiro colocado recebeu R$4 mil, o segundo colocado foi premiado com R$2 mil e 500, o terceiro com R$1 mil e 500. A melhor canção local levou R$1 mil e 500.

Confira as vencedoras:

Primeira colocada: Dose Certa – Cristina Diniz e Pedro Hoisel – Belo Horizonte (MG)

MG_9695.JPG

Segunda colocada e melhor intérprete: Macramê – Ivânia Catarina – Praia Grande (SP)

MG_968455bda4a459b7a.JPG

Terceira colocada: Manifesto H2O – Walter Dias – Belo Horizonte (MG)

MG_9690.JPG

Melhor música local: Amazônia – Renato Ferreira

MG_9686.JPG

Dessa forma, chega ao fim o Festival da Canção de Barroso. Com um ótimo público neste sábado, o teatro se despede, ou simplesmente dá um até logo, ao Festican, um charme barrosense que não pode ser esquecido, e ao alento da Cultura local.

“Definitivamente o Festican tem que ser mesmo no teatro. Com o tempo o povo vai se acostumando. Tenho que agradecer a todos por essa belíssima festa. Estava ansiosa na quinta, mas hoje estou feliz e realizada”, declara Elaine Brandão, Secretária de Cultura.

A opinião de Elaine é compartilhada pela maioria dos expectadores que estiveram presentes no teatro. Portanto, talvez, como já escrevemos, seja cedo para dizer, mas o Festican não deveria ser no teatro: ele nunca deveria ter saído de lá.

 

[print_gllr id=37047]

Comments are closed, but trackbacks and pingbacks are open.