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Você já foi convidado para participar da Pirâmide Financeira, que agora está rolando em Barroso? Então, muito cuidado. Alguém vai sair prejudicado nessa tal corrente de dinheiro que está presente nas redes sociais, principalmente no Whatsapp dos barrosenses.
Segundo pessoas que já foram convidadas, e até arriscaram entrar na tal Pirâmide, você precisa receber um convite de um membro superior do grupo, entrar com apenas R$20, convencer mais três amigos a lhe passarem mais R$20, cada um, totalizando R$60, e consequentemente ajudar a arquitetar a chamada pirâmide financeira na cidade.
“Me convidaram e eu achei a proposta tentadora. Eu só tinha que pagar R$20 e convidar mais três amigos, cada um com R$20. Depois desconfiei da ideia e salvei meus R$20, não repassei o dinheiro para frente”, diz uma das vítimas da Pirâmide em Barroso.
Há informações extra-oficiais de que o tal líder da Pirâmide barrosense tenha vindo de fora e estaria trabalhando em uma das empresas responsável pela Expansão. Agora o que poucos sabem a respeito dessa promessa de dinheiro fácil é que alguém sempre sai perdendo, e até mesmo preso, e o tal líder da Pirâmide é a única pessoa que sai ganhando dinheiro ilegalmente.
PIRAMIDE WHATS APP
“Também fui convidado por um amigo muito íntimo, mas não entrei nisso não. Procurei na internet e vi que era ilegal”, diz um outro morador barrosense que também foi convidado para participar da ilegalidade, mas recusou. “Inclusive conheço pessoas que tiveram que mudar de suas cidades porque ficaram juradas e endividadas”, relata.
De acordo com as leis brasileiras, a pirâmide financeira ou esquema em pirâmide é crime, pois se trata de um modelo comercial que depende basicamente do recrutamento de outras pessoas em níveis insustentáveis e, segundo o Ministério da Fazenda, o Brasil proíbe qualquer tipo de negócios em pirâmide.
A lei 1.521 de 1951 aponta que é crime contra a economia popular, com possível punição de 6 meses a 2 anos de detenção, “obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos (“bola de neve”, “cadeias”, “pichardismo” e quaisquer outros equivalentes)”.
Veja o vídeo que rola no YouTube

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