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A partir de 16 de agosto terá início a campanha eleitoral, estando permitida, a partir desta data, propaganda eleitoral, inclusive na internet. Com isso, estará deflagrada a corrida para as eleições de 4 de outubro, aquela que analistas consideram que poderá ser a mais acirrada e complicada da história, uma vez que será a primeira campanha que poderá contar com o uso da inteligência artificial. E toda a parafernália, certamente, será utilizada, para chamar a atenção do eleitorado brasileiro, que, em 2026, engloba 158.745.463 pessoas, o que representa um aumento de 1,46% ou 2,29 milhões de votos a mais que em 2022.

Segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o maior crescimento proporcional se deu no Norte do país, com 549 mil novos eleitores. No Sudeste, por sua vez, o número de eleitores diminuiu em cerca de 400 mil eleitores, caindo de 66,7 milhões para 66,3 milhões. São Paulo continua sendo o estado com o maior colégio eleitoral, abrigando nada menos que 21,48% do total nacional ou 34,1 milhões de eleitores. Minas Gerais, com 16,3 milhões, e Rio de Janeiro, com 12,8 milhões, ocupam a 2ª e a 3ª colocações entre estados com maior número de eleitores, mas, somados, não atingem o quantitativo do eleitorado paulista.

A maioria do eleitorado é do sexo feminino, somando 83,8 milhões de votos, ou 52,84% do total, contra 74,8 milhões de eleitores do sexo masculino. O relatório do TSE mostra, ainda, que o número de brasileiros aptos a votar fora do país cresceu mais de 30% nos últimos quatro anos, o que representa que 918,9 mil brasileiros poderão votar ao redor do mundo em 2026.

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