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Continua a indefinição de quem será o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) em Minas Gerais. Nomes como Marília Campos e Margarida Salomão, prefeitas de Contagem e Juiz de Fora, seriam a solução, mas segundo informações de bastidores, as governantes não topam entrar na disputa. Marília inclusive já declarou que é pré-candidata ao Senado,

Cresce entre os petistas a convicção de que é preciso enfrentar a rejeição que os tem afastado da candidatura majoritária própria. Como não houve encontro em BH durante a visita presidencial, a direção estadual pretende levar os números a Lula e à direção nacional para defender sua tese.

Com o insucesso da aliança com Kalil, além da candidatura própria, restam ao campo de Lula dois caminhos, de Gabriel e Jarbas. Segundo os mesmos dados da pesquisa, nenhum deles poderá performar na campanha sem o apoio do PT e de Lula.

Feitas as contas, o PT mineiro, ao contrário do de SP e RJ, continua caminhando no escuro desde o insucesso do governo do petista Fernando Pimentel. Apesar de serem da legenda do presidente da República e mais organizados, os petistas mineiros demonstram fragilidade perigosa e incapacidade política e de articulação.

Com informações complementares do Estado de Minas

Por outro lado, no campo da Direita, também indefinição, o Senador Cleitinho continua se esquivando e ainda não definiu se será, de fato, candidato ao governo de Minas. A única definição é que Mateus Simões concorrerá ao cargo, assim como Kalil e Gabriel Azevedo. Os candidatos tem até dia 15 de agosto para definirem suas chapas.

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