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Em sua conta no Instagram, a Prefeitura de Barroso divulgou uma nota oficial na tarde desta quarta-feira, dia 31 de dezembro, comunicando que, na virada do ano para 2026, não haverá queima de fogos, seja pública ou privada, na cidade. A medida segue o que determina a Lei nº 3.362 do município, que prioriza o bem-estar de idosos, crianças, pessoas com sensibilidade auditiva e animais.

Além disso, Barroso irá reinvestir o valor que seria destinado aos fogos em áreas essenciais, como saúde e educação. O município de São João del-Rei também não terá queima de fogos (promovida pelo governo municipal) neste fim de ano, de acordo com a prefeitura. Em nota, a administração informou: “O foco das festividades de fim de ano foi o aniversário da cidade e o Natal Barroco, que tiveram uma programação completa, extensa e diversificada. Como foi um período longo de celebrações, foi decidido não realizar nenhuma ação na virada do ano, para descanso tanto dos servidores quanto da própria cidade”.

Outras cidades pelo Brasil também seguiram o mesmo caminho de São João del-Rei e Barroso. Um exemplo é Bertioga, no litoral de São Paulo, que optou por investir o recurso que seria usado nos fogos de fim de ano na programação de Natal. De acordo com a prefeitura da cidade, o show pirotécnico pode ser desconfortável para pessoas com transtorno do espectro autista e hipersensibilidade auditiva, além de causar pânico entre os pets. Mongaguá e Praia Grande também adotaram a mesma medida neste fim de ano, pelos mesmos motivos: o bem-estar das pessoas e dos animais.

Outras cidades optaram por proibir rojões e fogos de artifício com estampido, como é o caso do município de Limeira, também em São Paulo. A medida tem como objetivo assegurar o bem-estar de pessoas acamadas, com hipersensibilidade aos sons, e de animais. Em Limeira, quem for flagrado soltando fogos de artifício com estampido poderá ser multado em até R$ 5 mil.

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