Moradores da Cohab reclamam da falta de limpeza no bairro

Mato alto, falta de limpeza e  incidência de animais silvestres, como cobras e gambás, foram motivo de reclamação de um morador da Cohab, que enviou para o WhatsApp do Barroso EM DIA(98845-2896), fotos mostrando o estado da Rua Alagoas.

Segundo o cidadão, já faz mais de quatro meses que a rua encontra-se em estado de abandono, sendo que a Prefeitura já foi notificada sobre o problema, contudo, providencias ainda não foram tomadas.

“Animas são todos os dias. Incidente ainda não teve. As crianças nem estão brincando na quadra, com medo dos animais. Comunidade questiona o porque de não doar ou até vender o espaço, várias pessoas precisando e ali fica abandonado. Só serve para crescer mato e tratar de animais” declara o denunciante.

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Problema é recorrente em outras ruas da cidade

Em comentários nas redes sociais, barrosenses reclamam que a Prefeitura não está limpando algumas ruas da cidade, que se encontram cheias de mato, buracos e parecem abandonadas.

Jardim Europa, Guimarães, Rosário e Nova Barroso são alguns dos bairros onde os moradores estão cobrando a falta de limpeza por parte do poder público.

Em contato com Sidney Campos, Secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio-Ambiente da Prefeitura Municipal de Barroso, o mesmo garantiu que existe um planejamento novo de limpeza que será implementado a partir de abril. “Com esse tempo de chuva e os poucos varredores que temos a situação neste momento realmente está complicada. Estamos com uma empresa de manutenção de capina e já acertamos o bairro São José, mas sem a colaboração da população também fica complicado. Retiramos entulhos e depois os cidadãos jogam o lixo novamente e parecem para cobrar”, diz Sidão, como é conhecido.

O Secretário ainda relata que foi feito um levantamento/orçamento com uma empresa especializada em limpeza urbana e os valores são altíssimos. “Na ordem de R$250 mil por mês ou algo em torno de R$3 milhões por ano, ou seja, não tem como fazer este investimento. Assim, sem dinheiro e sem mão de obra fazemos um trabalho paliativo neste momento, mas em abril acredito que vá melhorar com a implementação do projeto”, diz ele que cobra também apoio da própria comunidade.