Minas confirma primeira morte por febre chikungunya em 2018

O boletim epidemiológico divulgado nessa segunda-feira (30) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou a primeira morte por febre chikungunya em Minas no ano de 2018.

O paciente, que não teve nome divulgado, vivia em Coronel Fabriciano, no Vale do Aço. Os casos da doença aumentam a cada novo balanço divulgado pela pasta, mas ainda é bem inferior aos registrados no ano passado, quando foram registrados 16.321 casos prováveis e confirmadas 15 mortes em decorrência da chikungunya – 12 delas em Governador Valadares, no Rio Doce.

A febre chikungunya é causada por um vírus e transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue. Os sintomas das duas doenças são parecidos: o paciente apresenta mal-estar, dores pelo corpo, dor de cabeça, apatia, entre outros. No entanto, a chikungunya afeta também articulações com inflamações e fortes dores.

Segundo o balanço, em 2018, já foram registrados 10.404 casos prováveis da doença. Desses casos, 96 confirmações foram em mulheres grávidas.

Sete pessoas morreram por conta da dengue em 2018, em Minas, dois a mais do que no último boletim, divulgado no dia 16 deste mês pela SES. As óbitos foram registrados em Arcos, Conceição do Pará, Contagem, Ituiutaba, Lagoa da Prata, Moema e Uberaba. Outras nove mortes ainda estão sendo investigadas.

Os casos prováveis da dengue somam 23.094, índice bem próximo do registrado em 2017, que contabilizou 25.947 casos da doença.

O Tempo