Um salve à democracia!

Um salve à democracia. Que seja, e foi, feita a vontade da maioria. Reinaldo e Deléia chegam aos status de líderes do executivo. Apesar da pequena diferença, 313 votos, continuamos com uma cidade dividida, como aconteceu nas eleições de 2012, quando Reinaldo perdeu por apenas 271 votos. Segue o barco do poder democrático que vem e deve vir sempre do povo. Parabéns! Melhor assim: sem narizes de palhaços e batuques na segunda pós-eleição. Ganhou. Pronto. Agora é governar para todos. Aliás, nem nós, nem vocês, sejam vizinhos ou não, ganhamos ou perdemos, quem leva os frutos ou podres, sempre é a cidade. E que a cidade saia ganhando. Essa é a nossa torcida.

Só um parênteses no assunto cidade dividida. O fato de sermos, há muito tempo, uma divisão de opiniões, nos leva a pensar que temos sempre duas boas opções e por isso as ideias se divergem por pouco, ou falta opções, no caso, terceiras opções, que historicamente nunca tiveram êxito ao longo das candidaturas. Enfim, fechando o parênteses, prevalece a dúvida já que quase 3 mil pessoas não escolheram nem A nem B.

No que diz respeito à governabilidade, apostamos todas nossas cartas na competência do líder e nos seus objetivos muito questionados na campanha política. Que nossa Barroso, além do que foi descrito no Plano de Governo, que deve estar pregado na porta da geladeira de cada um, possa ganhar muito mais. Muito mais! Mais importante que o voto é cobrar, fiscalizar e, lógico, como cidadão, colaborar para o crescimento da sua cidade. Que continuemos crescendo, conquistando prêmios, valorizando o esporte, investindo na saúde, educação e concretizando sonhos. Fazendo o bem, sem olhar a quem.

Reinaldo, Deléia, todos os vereadores eleitos e futuros contratados, vai aqui toda nossa confiança. Lembrem-se: quando forem dignos de aplausos estaremos aqui e, quando forem passivos de cobranças e críticas, aqui também estaremos, fazendo nosso papel de imprensa imparcial e a-política, contribuindo para o crescimento do nosso município, como fazemos há 10 anos.

Boa sorte!

Por Bruno Ferreira