Qual o clima dos barrosenses para a Copa do Mundo? Assista ao vídeo!

As vésperas de mais uma Copa do Mundo, faltam apenas três dias, começa quinta-feira (14) às 12h com a partida entre Rússia, anfitriã, e Arabia Saudita, a reportagem ouviu alguns barrosenses sobre a competição de futebol e o clima na cidade.

Nunca antes na história, a cidade de Barroso, assim como o país, chegou tão desacreditada em uma Copa do Mundo. “Realmente desta vez está diferente. Pode até ser que o clima melhore, mas um baixo astral ronda a cidade”, diz Maria Elice, moradora do bairro Santa Maria. “Na última Copa enfeitamos aqui e até rolou um clima legal, mas aquela derrota para a Alemanha também nos fez desanimar”, conta a dona de casa.

E é justamente o 7×1 da última Copa e os problemas que o país enfrenta que estão tirando o prazer de assistir mais uma Copa.

“Sinto uma enorme vergonha. Primeiro pelos 7×1 da outra Copa e depois por ver nosso país mergulhado em tanta corrupção. Sinceramente não pretendo torcer pelo Brasil”, relata Neide Moreira dos Santos Lima, 50, costureira.

Por outro lado, a quem prefira separar os sentimentos. Para Michel Costa, 42 anos, administrador, independente da crise pela qual o país atravessa, a Copa do Mundo, assim como os Jogos Olímpicos, é uma congregação dos povos. “Foi assim em 70, durante da ditadura militar, e acredito que também será assim agora. É um momento de aproximação, de empatia e de espírito esportivo. E, como brasileiro, espero que a Seleção faça um grande Mundial e traga o tão sonhado Hexa”, diz.

ENQUETE 

O clima anda tão para baixo que em uma enquete realizada pelo Barroso EM DIA, apenas na Fanpage (Facebook), somente 57 pessoas participaram. E pior, a maioria disse que não irá torcer pelo Brasil na Copa. Foram 31 não e 26 sim.

7×1

A imagem da última Copa, os 7×1 para a Alemanha, e as dividas que a mesma trouxeram também incomodam alguns torcedores. Porém, existem aqueles que viram, in loco, a derrota no Mineirão e mesmo assim acreditam na Seleção.

Veja o vídeo com a história do barrosense Max Miller Ladeira, que esteva no Mineirão naquele dia.