Brasil tem 98 mortes por febre amarela, e Minas tem a situação mais crítica

O Ministério da Saúde divulgou um novo balanço dos casos e mortes por febre amarela no Brasil. Conforme o levantamento, divulgado nesta quarta-feira (7), 98 pessoas perderam a vida desde julho do ano passado em decorrência da doença. De meados até o dia 6 de fevereiro, laudos confirmaram 353 casos da doença no país. No mesmo período do ano passado, foram confirmados 509 casos e 159 óbitos

Minas Gerais segue como o Estado mais crítico. No relatório consta que 157 casos confirmados com 44 óbitos. O número, porém, diverge dos dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) de Minas, que na terça-feira (6) confirmou 164 casos da doença com 61 mortes.

De acordo com o Ministério da Saúde, São Paulo tem 41 óbitos com 161 casos confirmados. Rio de Janeiro registrou 12 mortes com 34 casos, e o Distrito Federal um morto pela doença.

Transmissão

O Ministério da Saúde informa que não há registro confirmado de febre amarela urbana no país. O órgão também reforça que todos os casos de febre amarela registrados no Brasil desde 1942 são silvestres, inclusive os atuais, ou seja, a doença foi transmitida por vetores que existem em ambientes de mata (mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes). Além disso, o que caracteriza a transmissão silvestre, além da espécie do mosquito envolvida, é que os mosquitos transmitem o vírus e também se infectam a partir de um hospedeiro silvestre, no caso o macaco.

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